18/04/2012

Os Improváveis

"Os Improváveis" é um espetáculo de Comédia de Improviso, criado em 2008 por Sanne Leijenaar e interpretado por um elenco de atores profissionais, especializados na área do Teatro de Improviso.
Fazem uma abordagem original ao Teatro, através de técnicas de improviso, ainda pouco exploradas em Portugal.


Neste espetáculo não há guiões, não há cenas pré-ensaiadas, não há pre...meditações. Tudo é surpreendentemente original, criado em tempo real, a partir das sugestões do público e de acordo com as regras dos diferentes jogos possíveis.
Os jogos escolhidos para cada espetáculo (existem dezenas de jogos diferentes) e que trazem para palco são autênticos desafios à capacidade dos atores responderem criativamente, no momento, às propostas que são sugeridas pela plateia.
O público participa de forma activa, dando sugestões de locais, personagens, emoções, profissões e situações para os atores improvisarem, mediante as regras de cada jogo. A interatividade é total e resulta na criação conjunta de cenas hilariantes e pouco convencionais.
O público pede, eles fazem. Cada espetáculo dos IMPROVÁVEIS é único e irrepetível!

Neste vídeo, Nuno Markl entrevista dois elementos desta equipa.



Sobre a Associação O Mundo Improviso:
O Mundo Improviso é, desde 2008, uma associação cultural totalmente dedicada ao Teatro de Improviso. Conta com espetáculos regulares "Os Improváveis" e "Peças do Improviso" e é a primeira instituição portuguesa que pesquisa e apresenta em palco Teatro de Improviso na sua versão long-form, com técnicas que o grupo adquiriu e desenvolveu em Chicago (onde tiveram formação e atuaram no Chicago Improv Festival). O elenco conta com profissionais de Teatro, que também colaboram paralelamente com outras companhias profissionais, produtoras de televisão e outras áreas do espetáculo.


Para além disto, animam eventos empresariais, comerciais, criativos, etc., participam em festivais internacionais, fazem co-produções de grandes espetáculos e apostam no desenvolvimento de novos formatos artísticos.
Querem ser uma instituição cultural de referência na área do Improviso.
Esta equipa é constituída por um grupo de  atores residentes, especializados em improviso e de atores ou músicos convidados, como: André Nunes, Pedro Tochas, Pedro Diogo, Ricardo Vilão, Salvador Martinha, Guilherme Fonseca, João Villas-Boas, Daniel Nascimento, Maria Rueff, Inês Castel-Branco ou Luísa Barbosa.


mundoimproviso.com
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Próximos espetáculos:
Qui 19.04.2012 - Os Improváveis! Vinyl (em frente à antiga FIL)
Sex 20.04.2012 - Os Improváveis com... Teatro-Estúdio Mário Viegas
Sex 27.04.2012 - Os Improváveis com... Teatro-Estúdio Mário Viegas

17/04/2012

galeria entrevista Joana Ribeiro

Terça-feira é dia de entrevista na galeria portuguesa.
Saiba um pouco mais sobre a Joana Ribeiro.


A Joana nasceu em 1987 e é de Matosinhos.
Desde pequena que tem queda para as artes. Os pais sempre estimularam esse lado criativo. Licenciou-se em Design de Joalharia, na Escola Superior de Artes e Design (ESAD), em Matosinhos e fez ERASMUS na Hodgeschool of Antwerp, estabelecimento de ensino belga. Também completou o mestrado em Design de Produto, de forma a poder compreender o ato criativo por dentro das empresas.
A Joana é designer de joalharia. Faz anéis, brincos, colares, pregadeiras e bandoletes. Expõe as suas peças de Autor em feiras, lojas e outros eventos.
Tem como inspiração as formas e texturas da natureza e como ambição tornar delicados elementos naturais em jóias originais.
Em 2009, venceu o Concurso Jovens Criadores na categoria de Joalharia. Em 2010, Serralves reconheceu igualmente a sua originalidade e deu-lhe destaque na Mostra POPs (Produtos Originais Portugueses). Em 2011, recebeu o 3º prémio na categoria Inovação, no Concurso VIP Jóias 2010. Em Maio de 2012 será lançado o livro 500 Rings da Lark Books que inclui o anel Ruber Folium.
Atualmente patrocina a soprano Marina Pacheco, facultando jóias para os seus concertos.

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Hesitou entre design de moda e joalharia. Hoje, acha que a moda teria sido mais fácil?
R: É verdade! Quando tinha 16 anos sonhava com o mundo da moda. Fiz um curso de Verão no Citex que me mostrou que não era bem o que eu ambicionava, por isso, acabei por optar pelo pano B – a joalharia.
Apesar de gostar do que faço, sinto que escolhi o caminho mais complicado. Em Portugal há mais oferta de emprego para quem se licencia em Moda. Podem não ser trabalhos em grandes marcas, mas existem. Na minha área vejo os que se licenciam, tal como eu, a lutar sozinhos sem apoios. Os empregos são raros e as empresas não se mostram interessadas. No meu ponto de vista, os empresários ainda não perceberam que as ideias têm de ser pagas e que não basta folhear revistas.
Os consumidores vão-se sensibilizando aos poucos, mas ainda optam por grandes marcas estrangeiras em vez de apoiar jovens designers nacionais.
Por um lado este “caminho complicado” faz com que sinta vontade em desbravar caminho e mostrar que o design de joalharia nacional pode competir com o espanhol ou o italiano.

Fez ERASMUS na Hodge, na Bélgica. Foi enriquecedor?
R: Voltava a fazer sem pensar duas vezes! Foi na Bélgica que cresci tanto a nível do design como de personalidade. Viver numa cidade onde não conhecemos nada nem ninguém, ter aulas numa língua que não é a nossa, reaprender processos e pensamentos de trabalho... São desafios complicados mas ao mesmo tempo enriquecedores. O ensino belga é muito diferente do nosso. As artes são muito mais respeitadas. Ser-se designer é motivo de orgulho e não de estranheza.
Foi em Antuérpia que tive a inspiração para a coleção que hoje me representa como criadora. Só tenho a agradecer o inverno inspirador de Antuérpia!
Aconselho a todos, independentemente da área, a experimentarem fazer Erasmus.

E o Mestrado em Design de Produto?
R: Quando terminei a minha licenciatura de 4 anos fiquei sem saber o que fazer. Enviei dezenas de currículos para empresas no norte do país, mas não obtive respostas. Tive o incentivo dos meus pais para continuar a fazer crescer o meu currículo e assim ingressei no Mestrado.
Apesar de me ter dado várias dores de cabeça e ter sido um pouco desgastante, acabou por ser enriquecedor porque tive a oportunidade de estagiar numa empresa de ourivesaria ligada à filigrana e de aprender como o mundo empresarial realmente funciona. No início sofri um choque de culturas. Fui estagiar para uma empresa familiar, pequena, situada numa aldeia em Póvoa de Lanhoso, onde nunca nenhum designer tinha trabalhado.
Foi positivo colocar em prática o que aprendi na Faculdade e perceber que nem sempre o que idealizamos é o que realmente acontece. Como realizamos projetos na escola, não é como uma empresa trabalha, mas foi interessante levar para o seio da empresa métodos novos, materiais e processos criativos.
Com esta experiência acabei por crescer também como designer empresária.

Diz que os ourives ainda fazem muita resistência aos designers de jóias. Como assim?
R: Há muita resistência por parte dos ourives a aceitarem novos modelos.
Não compreendem que existe um processo criativo por de trás de cada peça e que não basta fazer experiencias na banca de trabalho, é necessário investigar o que já foi feito, o que o mercado vende, para se conseguir uma coleção estruturada.
Existe também o problema da lei do contraste e a entrada de jovens designers no mercado. Esta dificuldade deve-se ao facto de alguns ourives se sentirem, no meu entender, ameaçados com os novos projetos de joalharia. No entanto deveriam compreender que o setor precisa de rejuvenescer e que é muito mais produtivo novos e séniores juntarem ideias. Por parte das ourivesarias denoto algum receio em arriscar em novas linguagens.
No entanto acho que as mentalidades estão a evoluir.

Vencer o concurso de jovens criadores, em 2009, o que é que lhe trouxe?
R: O Concurso foi o início do meu percurso como designer. Quando concorri nunca pensei ganhar. Participei por sugestão de uma professora enquanto ainda desenvolvia o projeto na licenciatura. Fiquei radiante e foi aí que me apercebi do potencial que a minha coleção poderia vir a ter a nível comercial.
Registei a minha marca, aluguei a minha banca de trabalho, participei em eventos, atualmente patrocino a soprano Marina Pacheco, vencedora de vários prémios e dona de uma poderosa voz.…
Felizmente esta foi a primeira de muitas alegrias!

Quando idealiza uma peça, já a idealiza num determinado material?
R: Todas as peças que realizo são em prata 925. Idealizo sempre peças em prata, no entanto gosto de ser criativa nos acabamentos e nas conjugações de fios e detalhes. Trabalho com tintas metálicas, esmaltes, couro, cetim, etc... Gosto sempre de dar um toque mais colorido ou irreverente a cada jóia.


Há algum material que gostaria de ter trabalhado mas ainda não teve oportunidade?
R: Adorava esculpir pedra. Nunca tive a oportunidade mas espero um dia conseguir criar uma coleção que nasça de pedra em bruto trabalhada por mim. À medida que vou percorrendo o meu caminho vou encontrando novos desafios e nunca se sabe que material encontro para trabalhar amanhã!

Segue tendências ou faz as suas próprias tendências?
R: Tento criar sempre a minha tendência, mas a verdade é que por vezes, para um artigo ter mais vendas, acabo por adaptá-lo às tendências da estação.
Há pessoas que compram jóias porque se apaixonam por elas e há outras que apenas procuram artigos que estejam de acordo com as tendências ditadas pelas revistas de moda. Por esse motivo tento sempre ter peças que tenham cores das utilizadas em cada estação ou outros detalhes.



Usa peças de outros autores?
R: Como se diz na gíria "Em casa de ferreiro, espeto de pau"! Quando era adolescente usava imensos acessórios, não saia de casa sem brincos compridos ou anéis coloridos. Agora poucos ou nenhuns acessórios uso. Apenas ando com relógio e por vezes uso uma peça ou outra minha. Mas tenho algumas peças de outros autores que fui fazendo trocas e guardando de recordação!

Organiza os seus dias ou trabalha por instinto?
R: Depende dos meses e sobretudo da minha disposição! Sou muito temperamental com o meu trabalho. Quando tenho que responder a encomendas cumpro horários e datas, mas quando é para criar, gosto de ter tempo, de me inspirar, de estar no meu mundo! Não gosto de pressões quando estou a criar. Talvez por isso nunca tenha uma coleção definida. Vou sempre criando mais peças que se encaixam na coleção. Nunca dou nada por concluído e é muito difícil estar satisfeita.


Tem projetos para um futuro próximo?
R: Sim, alguns. De momento estou a coordenadar um grupo de jovens designers de joalharia. A ideia consiste em divulgar este grupo em feiras nacionais de joalharia e design, mas ainda não posso revelar muito. Mas se conseguir os apoios pelos quais estou a lutar, posso garantir que é um projeto que vai dar que falar!

Para além de se dedicar à joalharia, o que mais gosta de fazer?
R: Não sou uma pessoa a quem possam perguntar qual é O prato favorito, A banda favorita... Sou apaixonada por muita coisa. Talvez devido ao meu "amor antigo" pela moda, gosto muito de sessões fotográficas, de as organizar, pesquisar, escolher make up, imaginar resultados...
Tenho, também, muitas ideias para eventos e estou a tentar organizar alguns, por isso posso dizer que tenho uma costela de "planeadora de eventos". É algo que teria todo o gosto em me dedicar mais seriamente um dia.


E, no dia-a-dia, o que menos gosta de fazer?
R: Levantar-me no mesmo dia em que me deito! É verdade, não sou uma pessoa madrugadora. No meu dia-a-dia não gosto nada de acordar cedo. Tenho, claro, de o fazer para conseguir trabalhar, mas sou uma pessoa que vai trabalhando pela noite dentro e por vezes acabo por não dormir tanto quanto gostaria!
Sugira alguém português que, para si, seja inspirador.
R: Não tenho ninguém em particular pela qual me sinta inspirada. Gosto de me inspirar nas mulheres portuguesas e na garra que têm. Busco inspiração nas criações arrojadas da Fátima Lopes, na poderosa voz da soprano Marina Pacheco, na elegância da apresentadora Raquel Prates, na forte juventude da Sara Sampaio…entre outras. Busco sempre mulheres com estilo e personalidade e sonho como ficariam tão bem com as minhas jóias!


15/04/2012

Resumo da semana :: 21

Esta semana, a galeria portuguesa entrevistou Mariana, a Miserável.
Apresentou a marca Eclectic Furniture de Sérgio Gomes e o atelier MEIKstudio.
E aplaudiu O Alfaiate Lisboeta.

Aproveite para ver ou rever.

14/04/2012

Palmas para O Alfaiate Lisboeta

Em Janeiro, a galeria portuguesa entrevistou o José Cabral, autor do bloque O Alfaiate Lisboeta.


Este mês, o José lança um livro pela Oficina do Livro, sobre os momentos e as pessoas captadas n'O Alfaiate Lisboeta, sobre o estilo e os lugares onde estes momentos acontecem e sobre o significado que têm para o autor.
O lançamento do livro está marcado para dia 17 de abril em Lisboa, na livraria Buchholz, às 18.30h e no dia 21 no Porto, na Pensão Favorita, às 17h.


Depois, na Fnac: Dia 24 de Abril às 18:30h no Chiado, dia 27 às 21:30h em Alfragide, dia 1 de Maio às 16h no Colombo, dia 4 de Maio às 21:30h em Almada, dia 19 de Maio às 17h no Vasco da Gama e dia 20 às 16h em Cascais.

Sobre o Autor
O José tem 31 anos e é de Lisboa.
Estudou Sociologia, foi comissário de bordo e até há pouco tempo trabalhava na banca. Por sentir que precisava de ter um projeto pessoal e criativo que lhe proporcionasse uma experiência diferente daquela que tinha profissionalmente, criou há 3 anos O Alfaiate Lisboeta. A inspiração veio dos blogues de street style em geral, como este. Mas O Alfaiate Lisboeta tem algo diferente, não se resume apenas a moda. "Acaba por ser um blogue de crónicas. Por uma razão muito simples, eu não percebo nada de moda. A experiência que eu tenho na moda é muito empírica, muito simples, é aquilo que vejo… a minha sensibilidade pessoal".
Atualmente colabora com a Vogue e com a Metro International e assina na Revista do Expresso uma página sobre tendências. Quer dedicar-se exclusivamente ao blogue e a projetos relacionados com este tema. Para além disso, gosta de praticar desporto, sair com os amigos e viajar.
O José foi o Vencedor do Fashion Award na categoria de Melhor Comunicação Digital na Fashion TV.
As suas fotografias também podem ser vistas todas as semanas na New York Magazine e já em 2012, através d'O Alfaiate Lisboeta concebeu a campanha Lisboa Somos Nós para a Câmara Municipal de Lisboa.

oalfaiatelisboeta.blogspot.com

13/04/2012

galeria apresenta MEIKstudio

Todas as sextas feiras a galeria portuguesa apresenta uma loja, ideia, grupo, evento, marca ou produto, com uma única regra: Tem que ser nacional!

Hoje, apresentamos o MEIKstudio.


O MEIKstudio é um atelier voltado para a arquitetura e design.
Our services go from a simple scratch to the complete project. Our skills and knowledge lets us work with the most demanding companies or individuals.

Especificamente no design de mobiliário interior, produzem o mais variado mobiliário exclusivo.
Aqui ficam alguns exemplos:

OPERA sideboard PHANTOM



Este aparador é de edição limitada e pretente homenagear o dia nacional do teatro. Surge da emoção vivida depois de apreciada a ópera “The opera phantom”, uma obra gótica que combina o romance, o horror, a ficção, o mistério e a tragédia.
Executado por mestres experientes, que em analogia aos maestros, lhe conferem a importância e a perfeição de acabamento. No interior há um conjunto de espaços de arrumação, cada um com a sua própria personalidade e funcionalidade.
O seu aspeto contemporâneo, provido de pormenores clássicos, revela uma elegância e plenitude únicas neste aparador.


DARKLIGHT lamp



O candeeiro DARKLIGHT LAMP é uma analogia ao conceito do inesperado. Um elemento trabalhado no seu interior em formas angulares ao contrário do seu exterior, caracterizado por uma forma simples lisa e pura, como se da casca de um ovo se tratasse. A sua luz é dourada, mais quente e intensa, intensa como esta peça. É composto por alumínio lacado na sua base estrutural pelo exterior, e em folha de ouro no interior.


ORIGAMI coffee table


A ORIGAMI coffee table é uma peça carregada de influências da arte japonesa de dobrar papel, ORIGAMI, que começou no século XVII, e foi popularizada fora do Japão nos meados de 1900. O objetivo desta mesa de centro é transformar uma folha de alumínio numa escultura acabada através de técnicas de dobragem. A utilização de cortes ou de cola não são considerados como origami, por isso esta mesa de centro é totalmente executada a partir de uma folha de alumínio lacado.
Tem acabamento lacado a alto brilho e está disponível em todas as cores.


BONSAI coffee table



Esta mesa de centro é inspirada no bonsai adaptado ao mobiliário de interior. O Moyogi, estirpe de bonsai com aparência informal, ereto e de movimento elegante unida com as formas angulares, delicadas e precisas dos cristais Swarovski. Feita de uma peça única em alumínio lacado a alto brilho, a BONSAI coffe table forma-se desde a raiz até um tamanho (1000x500x650 mm) tal como a evolução da planta natural.

meikstudio.com
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11/04/2012

galeria apresenta Eclectic Furniture

A Eclectic Furniture é uma marca nacional de microprodução e design de mobiliario. É uma marca diferente que se destina a um público diferente.
Embora o projeto já estivesse em desenvolvimento desde 2009 foi apresentada em Portugal em Fevereiro de 2011, na feira ExportHome, onde conquistou o Prémio de Melhor Design.




Mas por detrás da marca está Sérgio Gomes que desenha quase todas as peças, o mentor deste projeto. É marceneiro de vocação e formação e sempre se dedicou à produção de mobiliário de autor, em projetos próprios e para outros.
Na Eclectic Furniture também participam outros designers. Cada um com um conceito, abordagem e gosto muito próprio, garantindo variedade.



As peças são todas produzidas manualmente e algumas são de edição limitada. São peças diferentes. Quer pela sua exuberância quer pela dificuldade de execução. A ideia é apresentar ao mundo um produto de grande nível em qualidade e design.

Visite o showroom no Parque Industrial da Boavista - lote 2, em Rebordões, Santo Tirso.

mobiliarioeclectico.com