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14/06/2012

Galeria Surf Leça

A Surf Leça é uma escola de surf e bodyboard onde também se aluga equipamento que fica mesmo em frente à praia.
Neste espaço nasceu uma Galeria pelas mãos da Filipa Costa que herdou do pai o espírito empreendedor, foi ele o fundador e proprietário da primeira loja de surf em Leça.
A Filipa terminou a licenciatura em História de arte e decidiu levar mais longe a cultura do surf, sem esquecer temáticas como o skate, o snowboard e a street art.


Se o Surf é uma realidade de Leça porque não vê-lo de uma forma artística?
Na Galeria Surf Leça pode desfrutar de uma exposição de arte, comprar artesanato urbano e artigos regionais, ao mesmo tempo que aluga uma prancha ou marca uma aula de surf ou bodyboard.
Até 8 de julho está patente a exposição – "It´s All About Surf…by Joaquim Cruz" que reúne 14 obras do artista, realizadas entre 2001 e 2011.


Há mais exposições agendadas e muitos planos para o futuro: realização de workshops, intervenções urbanas, aulas de ioga, sessões de cinema, parcerias com entidades ligadas ao desenvolvimento do turismo e da cultura do surf na região.
O espaço está completamente aberto a novas propostas e disponível para receber portfólios de jovens artistas ligados a temáticas como o surf, o skate e a street art.
A Filipa quer que as pessoas vivam este espaço alternativo que pode ser visitado gratuitamente.

facebook.com/galeriasurfleca

Surf Leça Av. Liberdade, 44
4450 Leça da Palmeira


27/02/2012

Alexandre Farto (a.k.a. Vhils)

O Alexandre nasceu em Lisboa em 1987. Cresceu no Seixal, na Margem Sul.
Tinha apenas 10 anos quando se interessou pelo graffiti e começou a pintar (mais a sério) na rua com 13 anos. Primeiro nas paredes e mais tarde em comboios, com amigos ou sozinho. Em Portugal e depois um pouco por toda a Europa. Viajava para ir pintar comboios.

foto daqui
Diz que o graffiti lhe deu a base para decidir o seu futuro profissional. Passou da lata de spray para o stencil e mais tarde explorou outras ferramentas e processos.
Começou a perceber que o graffiti vive num círculo fechado de pessoas mas que na rua havia grande potencial de comunicação. Já farto de pintar em paredes ilegais, passou para os posters de publicidade. Pintava-os de branco e escavava as camadas de anúncios acumulados. Experimentou voltar às paredes e esculpi-las também. E foi assim que conquistou o mundo.





Desde os 19 anos que vive em Londres, onde tirou um curso de Belas Artes na St. Martin''s School. Foi lá que começou a ser conhecido, e conseguiu que a sua street art de retratos anónimos em paredes danificadas ou fachadas de casas devolutas lhe valessem o reconhecimento mundial.
Convidaram-no para expor no Cans Festival, evento organizado pelo Banksy e foram surgindo bons convites como a Lazarides Gallery, em Londres e a Studio Cromi, em Itália.
Tem trabalhos espalhados em espaços públicos de várias cidades do mundo como Londres, Moscovo, Nova Iorque, Los Angeles, Grottaglie, Bogotá, Medellín e Cali. Por cá, um pouco por todo o lado, Torres Vedras, Porto, Lisboa (por exemplo na Lx Factory ou na Fábrica do Braço de Prata).




Normalmente é o Alexandre que escolhe o lugar onde crava a sua arte mas também tem recebido convites para fazer intervenções em vários locais.
Acredita que o processo de trabalho é mais importante do que o resultado final e por isso filma todo o processo. "Um dos conceitos fundamentais que exploro reside no ato de destruição enquanto força criativa, um conceito que trouxe do graffiti – um processo de trabalho através da remoção, decomposição ou destruição ligado à sobreposição de camadas históricas e culturais que nos compõem.
Acredito que, de forma simbólica, se removermos algumas destas camadas, deixando outras expostas, podemos trazer ao de cima algo daquilo que deixámos para trás".
Escolhe rostos anónimos baseados em fotografias. Gosta de dar um rosto à cidade e de dar poder a pessoas comuns.
Usa explosivos e martelos pneumáticos para esculpir e dar textura, técnica que tem vindo a desenvolver. Mas não só, também usa lixívia, produtos de limpeza, ácidos corrosivos e café juntamente com os tradicionais sprays, stencils e tintas.
A convite da editora holandesa Lebowski publicou o livro Vhils/Alexandre Farto Selected Works 2005-2010, uma compilação dos seus trabalhos em paredes e suportes como metal ou madeira.
Recentemente esculpiu numa parede de Berlim um retrato da chanceler alemã Ângela Merkel.




É conhecido em todo o mundo como Vhils. Os seus retratos contrastam o novo com o antigo, de forma complexa e ambiciosa mas poética.
Vale a pena ver e ouvir o vídeo em baixo, uma parceria entre Vhils e os Orelha Negra que se juntaram para criar um vídeo para M.I.R.I.A.M. O vídeo foi realizado e editado por Vhils e teve como diretor de fotografia Vasco Viana. Os explosivos foram da responsabilidade da Pirotec. A música é dos Orelha Negra.

alexandrefarto.com

04/02/2012

galeria apresenta CRU

É hoje entre as 16h e as 20h, a inauguração da Loja CRU, no Porto. Uma loja de criadores e também um espaço de co-working.
Vá até lá, apoiar os criadores portugueses.

Foi a partir da compreensão das necessidades de pessoas ligadas a atividades criativas que surgiram soluções que passam por espaços de exposição personalizados e trabalho em espaço compartilhado.
Concebida e pensada para uma comunidade artística prática, colaborativa e despreconceituosa, a CRU arrenda as pequenas “lojas” e micro-estúdios nos 410m2 das suas instalações.


Tânia Santos, quando soube que este espaço da Rua do Rosário ficou vago, tratou de arregaçar as mangas e iniciar este projeto que conta também com a participação de Miguel Ferreira (músico dos Clã e Blind Zero), a joalheira Áurea Praga (autora da série “I’m All Ears“) e o tradutor e lojista Francisco Casaca.
A loja tem capacidade para 40 criadores, mas começa por ter 12, entre eles: o sapateiro José Machado, Áurea Praga, Leonor Zamith (com estacionário de ilustrações para os mais novos), Joana Teodoro e Ana Modesto (roupa), Maria João dos Reis (acessórios) e as peças em cartão do Oupas! Design.
Na zona de co-working, haverá espaço para computadores e para máquinas de costura. A oficina comum permitirá trabalhos manuais.


São aceites os trabalhos de criadores profissionais ou amadores, nacionais e internacionais, nas áreas de design de moda, acessórios, bijutaria, decoração da casa, produtos para crianças, fotografia, ilustração, pintura, etc.
Cada criador pode decorar e personalizar o seu espaço livremente. Cada espaço é assim um micro ambiente que poderá refletir o perfil de cada marca.

cru-cowork.com
facebook

Rua do Rosário, 211
(em frente ao hotel das Artes)
Porto

31/01/2012

Entrevistas da galeria portuguesa

O primeiro post deste blogue, no dia 8 de Novembro de 2011, dizia assim:

A galeria portuguesa tem como objetivo dar espaço a artistas portugueses. A pessoas inspiradas e inspiradoras. Uma galeria que expõe o melhor que se faz por cá nas suas diversas formas de arte.

Desde esse dia a galeria portuguesa tem publicado, semanalmente, entrevistas a personalidades inspiradas e inspiradoras que têm algo a acrescentar ao panorama nacional. A todos, muito obrigada pela disponibilidade e simpatia com que participaram neste projeto.

Margarida Teixeira


Joana Cabral, produtora de televisão que faz muitas outras coisas fabulosas.
Paulo Galindro, arquiteto e ilustrador que aqui provou que também escreve muito bem.
Inês Nogueira, designer que transforma qualquer tecido numa coisa extraordinária.
Isabel Minhós Martins, habitante do Planeta Tangerina, autora de livros geniais.
Mónica Pinto, entre Pratos & Travessas delicia-nos com receitas e fotografias.
Rita Pinheiro e as suas bonecas irresistíveis, Matilde Beldroega.
Ana Salomé, que afinal não tem monstros debaixo da cama!
Mami Pereira, a sensacional Arqueologista.
Beatriz Afonso, que quando for grande quer ser stylist.
Joana Nogueira e a sua The Punpis Family.
Ana Ventura, tem "jardins na cabeça" e muita criatividade.
Sara Bernardo, fotógrafa com projetos comoventes.
Rita Cordeiro, que criou as incríveis wooler e cooler.
José Cabral, o famoso Alfaiate Lisboeta.
Inês Vicente, de Lisboa e dos Lissabon.

12/01/2012

Se devia estar aqui

não hesite, escreva para: galeriaportuguesa@gmail.com e explique porquê.
E se conhecer alguém que "devia estar aqui", também pode sugerir.

08/11/2011

A galeria portuguesa

A galeria portuguesa tem como objetivo dar espaço a artistas portugueses.
A pessoas inspiradas e inspiradoras. Uma galeria que expõe o melhor que se faz por cá nas suas diversas formas de arte.