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04/04/2012

galeria apresenta Grow Grow Baby Grow

A Grow Grow Baby Grow é uma marca de roupa para bebés 100% algodão e 100% made in Portugal, com cores vivas e padrões divertidos para combater a tradicionalidade e conservadorismo.


A Cristina (designer de moda) e a Filipa (designer gráfica) começaram este projeto bem disposto há cerca de dois meses. A Sara (fotógrafa) adorou a ideia e ajudou a criar a imagem da página do facebook. Para já é mesmo através do facebook que se fazem as encomendas mas brevemente vai haver site.


A coleção de Verão já lá está com um modelo de babygrow em 11 versões diferentes e em 4 tamanhos (recém-nascido, 0-3 meses, 3-6 meses e 6-9 meses). A cada tamanho corresponde uma cor. Há também um modelo de gorro que poderá ser produzido nas mesmas 11 versões em 2 tamanhos (0-6 meses e 6-9 meses).
Ficam aqui algumas fotos mas o melhor é ir espreitar.

facebook.com/GROWGROWBABYGROW




28/03/2012

galeria apresenta me&thegrownups



Era uma vez duas amigas que decidiram dar largas à criatividade e apostar em peças de roupa iguais para toda a família. Túnicas mãe&filha, boxers pai&filho, toalhas de praia, chapéus, calções, e por aí fora.
Exploraram roupas com um toque diferente para bebés e crianças até aos seis anos e encontraram um mundo de tecidos portugueses, botões, rendas, fábricas, costureiras, designers e a me&thegrownups surgiu em completo. Uma marca 100% portuguesa, criada em outubro de 2011. Tudo made in Portugal e muitos produtos feitos à mão.
Visite a loja online (que o dia da mãe está quase aí...)

meandthegrownups.com
facebook










20/03/2012

galeria entrevista Pedro Gomes

Terça-feira é dia de entrevista na galeria portuguesa.
Saiba um pouco mais sobre o Pedro Gomes.


O Pedro mora em Lisboa mas é um cidadão do Mundo. Tem 27 anos e um percurso surpreendente.
Começou a sua formação em Arquitetura mas não se fascinou e após dois anos decidiu mudar para o curso de Design na Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa.
É um apaixonado pelo design e um pouco workaholic. Ainda na faculdade começou a trabalhar como freelancer para ateliers, associações e clientes privados.
Quando acabou o curso começou a enviar portfólios, rapidamente foi contratado pela agência Designaffairs e partiu para Munique. Quando acabou o contrato ficou por lá a trabalhar como freelancer e comecou à procura da próxima experiência. Foi contratado pela agência One&Co em São Francisco, no gabinete de design da HTC.
A empresa Arctic viu o seu portfólio online e convidou-o para colaborar no desenvolvimento de uma nova stylus para uma marca emergente. Assim, surgiu pelas mãos do Pedro a Architect Stylus. Uma stylus para tablets e smartphones com design minimal, muito leve e com a “ponta” em silicone que não danifica os ecrãs. Para além de ser útil para quem gosta de desenhar e tirar notas.
Em 2011 decidiu voltar para Portugal e criar o seu atelier. A crise estava instalada mas achou que era a altura ideal para criar mudança.
Neste momento trabalha principalmente para clientes internacionais na Suíça, Luanda, Singapura, Hong Kong e Estados Unidos com projetos de produtos eletrónicos, mobiliário, design estratégico, branding e uma área na qual se pretende focar – Envision Design.
O Pedro foi um dos 25 vencedores da competição mundial Faces of Design Awards 2012 e verá o seu trabalho apresentado a cerca de 1.200 representantes da área. Recebeu também uma menção especial do júri. Este não foi o primeiro prémio conseguido pelo designer português, o seu trabalho tem sido premiado e publicado internacionalmente. Certamente não será o último visto que é candidato a outros concursos e prémios de design, nacionais e internacionais.
Adora viajar, compreender culturas e perceber como as pessoas interagem e vêm o Mundo. É apaixonado por sushi, fanático por web browsing e não vive sem o seu Moleskine!
Inspira-se na variedade criativa que o rodeia, seja uma música, um texto ou uma imagem. Está sempre à procura do próximo desafio.

pedrogomesdesign.com
facebook.com/pedrogomesdesign






Trocou a arquitetura pelo design. Ter frequentado o curso de arquitetura durante dois anos deu-lhe bagagem para ser um designer mais completo?
R: Sem dúvida nenhuma! Isso e ter feito o 12º ano nos EUA em São Diego, o que me abriu horizontes e perspetivas.
Penso que entrar na Faculdade aos 18, por vezes aos 17 é extremamente cedo. Há que amadurecer, viver e experienciar. Os 2 anos de Arquitetura foram exatamente isso... uma experiência imprescindível que me deu mais bagagem para abraçar aquilo que realmente era a minha paixão – o Design!

Tem o design português em boa conta?
R: Cada vez mais. Confesso que era mais virado para o Design Internacional e trabalho de agência... mas o Design Nacional tem vindo a crescer cada vez mais, com uma qualidade impressionante e com uma abordagem muito interessante.



Como foi trabalhar no estrangeiro?
R: Ir trabalhar para fora sempre fez parte dos meus planos. Sou uma pessoa dada a novas experiências, novos desafios. Sendo assim no fim do meu curso comecei a enviar portfólios e tive a felicidade de ser rapidamente contratado. Foi um processo muito interessante e gratificante.

Decidiu regressar a Portugal numa altura em que o país estava altamente instável financeiramente. E diz que aproveitou esse periodo para "criar novos modelos de negócios". Mas a situação económica não melhorou, pelo contrário. Tem conseguido remar contra a maré?
R: Estava não... está. Regressei somente há menos de 8 meses e o meu investimento em Portugal já tem dado resultados.
Penso que a instabilidade, é na sua essência, um motor de inovação. A agitação e violência dos mercados permite a implementação de novas mentalidades, novas maneiras de pensar!
Parte do processo de “remar” é usar a criatividade para encontrar novos caminhos. Se calhar em vez de remar contra a maré, podemos remar com a maré, mas com destinos e perspetivas diferentes?! ....


Com uma boa proposta voltava a ir para fora? Ou está bem aqui?
R: Já tive várias boas propostas mas não faz parte dos meus planos sair. Vim para ficar e investir... agora é trabalhar para crescer conjuntamente com os meus clientes!

Quando concebeu a Architect Stylus percebeu imediatamente que tinha na mão um produto com muito potencial?
R: Não foi uma perceção imediata mas essa é uma consciência que cresce durante o processo de design. Fico muito contente que a Architect Stylus esteja a ser um sucesso e espero que o mesmo aconteça com o próximo produto que estamos a desenvolver! Novidades para muito brevemente.


Estes prémios que tem recebido transformam-se em oportunidades e mais trabalho?
R: Estes prémios são sem dúvida um passo para novos clientes e oportunidades. O reconhecimento internacional permite uma projeção com mais credibilidade e uma posição mais sólida num mercado competitivo.

O que é exatamente Envision Design?
R: Envision Design é uma vertente do Design mais virada para o design conceptual. São poucas as empresas que investem nela mas espero que o mercado venha a crescer, pois é uma abordagem essencial para algumas empresas.
Envision Design é ferramenta estruturada que através de um pensamento estratégico, organizado e criativo permite o desenvolvimento de conceitos que prevêm tendências de mercado a um médio, longo prazo.
Trata-se duma área perto do Cool Hunting mas que se distingue pelo desenvolvimento de produtos ou serviços para o futuro que respondem a modelos de negócio emergentes ou tendências de mercado com projeção a longo prazo.
Esta é uma área essencial a muitas empresas pois permite planear o seu desenvolvimento a longo prazo e orientar investimentos tendo em conta os resultados. Empresas como a Philips / Nike / Electrolux fazem-no e com resultados visíveis!

Organiza os seus dias ou trabalha por instinto?
R: Sou muito organizado, mas o instinto tem um papel muito importante no meu dia-a-dia. É um equilibro entre os dois ...

E qual é o próximo desafio?
R: Muitos ... mas destaco a criação de um novo projeto / atelier / agência de Design com o Designer Daniel Pera. Estamos neste momento a desenvolver a estratégia de comunicação e a estabelecer parcerias estratégicas com empresas Nacionais e Internacionais.
Vai ser um novo desafio que servirá de base para muitos outros!
Estou confiante e curioso para ver o que 2012 nos reserva...

Para além do design, o que mais gosta de fazer?
R: Adoro viajar e viver a Natureza!!!! Comer sushi, uma boa saída com os meus amigos, ... Adoro recarregar as baterias junto ao Mar (essencial!). Adoro desenhar e fazer desporto (Natação e recentemente conheci o prazer da corrida) ...


E, no dia-a-dia, o que menos gosta de fazer?
R: Talvez responder a emails durante horas... e muitas vezes perceber que 24 horas num dia não chega!

Sugira alguém português que, para si, seja inspirador.
R: Tal como em outras entrevistas não gosto de me comprometer com uma sugestão. Torna-se demasiado redutor, ainda mais quando há um crescente número de canais como este, que dão a conhecer inúmeros Portugueses que fazem algo de especial... inovador. Este espírito Nacional... este espírito de mudança... de acreditar e fazer por melhor... isso sim é algo que me inspira!

16/03/2012

galeria apresenta Verse Store

Todas as sextas-feiras a galeria portuguesa apresenta uma loja, projeto, ideia, grupo, evento, marca ou produto, com uma única regra: Tem que ser nacional!

Hoje, apresentamos a Verse Store.

A Verse Store é uma loja online que vende telas, impressões e vinis autocolantes com imagens de novos talentos ibéricos.
Uma forma simples e original de decorar paredes de quartos de adultos ou de miúdos, sala, cozinha e até da casa de banho. Basta escolher as obras de que mais gosta, no formato que mais lhe convém, encomendar e colocar na sua casa.





Esta loja promove os trabalhos de designers, ilustradores e fotógrafos como verdadeiros produtos de autor. Para além dos designers residentes da Verse contam com a criatividade de Afonso Cruz, Ana Afonso, Enric Vives-Rubio, Eunice Rosado, Maria Imaginário, Rachel Caiano, Raquel Pinheiro e Tiago Albuquerque.






Há muitas alternativas à escolha no site mas a Verse também produz de acordo com o gosto do cliente, caso pretenda algum tema específico ou um vinil feito à sua medida. Também fazem consultas de decoração e remodelações, projeto e obra.
Querem proporcionar a todos os apaixonados por arte a oportunidade de deixarem de comprar apenas as obras standardizadas que se encontram em qualquer lado.

versestore.com
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Com este vídeo, aprenda a aplicar um vinil.


Verse Store - Como aplicar vinil from Verse Design on Vimeo.

06/03/2012

galeria entrevista Rita Rodrigues

Terça-feira é dia de entrevista na galeria portuguesa.
Saiba um pouco mais sobre a Rita Rodrigues.


A Rita é Designer Gráfica há 10 anos. Fez a licenciatura em Design no IADE, ainda passou pela FLAG, Lisbon School of Design e pela ESBAL, como complemento. Trabalhou em várias agências de Publicidade e em Março de 2011 decidiu abrir a Made in Paper que é uma papelaria online, com alguns artigos feitos pela Rita e outros que compra/ encontra em vários sítios do Mundo.
Sempre gostou de papel e de tudo o que é feito de papel. Mesmo com a chegada das máquinas digitais, "iphones" e outros gadgets, manteve as agendas, blocos de notas e álbuns de fotografias. Esta loja é isso mesmo. Vende todos aqueles produtos, made in paper, escolhidos a dedo, sem os quais não se consegue viver, mesmo na era digital.
Procura, por um lado cada vez mais fornecedores portugueses, mas por outro trazer para a Europa alguns artigos que só se encontram em lugares mais distantes. A principal motivação é disponibilizar, a preços convidativos, produtos que aliam qualidade, design e muita originalidade.
Na Made in Paper, a Rita escolhe os produtos, compra aos fornecedores, levanta as encomendas, tira as fotos para colocar os artigos à venda no site, organiza as encomendas dos clientes, vai aos correios colocá-las, fatura, dá contas ao contabilista e ainda arranja algum tempo para promover a sua loja virtual.
Admite que já teve uma vida muito mais stressante antes disto, mas também mais insatisfeita. Agora, a Made in Paper é a sua cara, e a Rita a cara da empresa.

madeinpaper.com
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A Rita trabalhou 7 anos na McCann Erickson… não sente falta da loucura de uma multinacional?
R: A ‘loucura’ de uma multinacional é por vezes levada ao extremo sem que tal se justifique e trabalhar lá foi sem dúvida a melhor escola que tive, tanto a nível pessoal como profissional;  mas cada coisa na vida tem o seu tempo, e eu senti que esta era a altura de mudar e experimentar outros desafios. Sinto falta da companhia dos colegas porque neste momento tenho um trabalho mais solitário, mas basta um clique no skype e estou a falar para o outro lado do mundo, quer seja com fornecedores, clientes ou amigos. Por outro lado sou independente, e a única responsável pelo meu trabalho.

O que a levou a apostar num projeto próprio, como este?
R: Querer novos desafios, em busca de algo que me dê muito gozo fazer no dia-a-dia. Adorei trabalhar nas agências por onde passei, mas rapidamente senti a necessidade de criar algo de raiz.
A escolha Made In Paper acabou por ser muito natural. Por um lado foi o encontro de duas das minha paixões, o design e os artigos de papelaria, numa era da digitalização. Por outro lado, acredito que é necessário trazer para Portugal e para a Europa alguns produtos, desta área, que não estavam a  ser comercializados cá e ao mesmo tempo aumentar a visibilidade do design de qualidade português para fora da Europa. O facto de ser uma plataforma online, permite tudo isso, no mesmo dia recebo uma encomenda de Trás os Montes e outra do México. Todos à procura do mesmo, chegar a produtos que não se encontram à venda em todo o lado.



E como tem corrido esta aventura?
R: Muito bem. O feedback das pessoas é muito positivo e essa é definitivamente a melhor recompensa. Há uma grande interação com os clientes da Made In Paper e é sempre com algum orgulho que recebo mails ou fotografias de pessoas a utilizarem os nossos produtos nos sítios mais variados e pelo mundo fora. E o engraçado é que acaba por ser também com estas interações e feedback dos próprios clientes que a Made In Paper vai evoluindo. Outro ponto de honra para mim, como quero estar próxima dos meus clientes, personalizo todas as encomendas, e nunca faço 2 iguais.
Além disso tenho as normais referências em sites e blogues um pouco por todo o mundo o que ajuda muito a aumentar a visibilidade do site. 

O Facebook é o seu grande aliado na divulgação dos produtos?
R: O Facebook é um dos grandes aliados mas não só. Outros sites como o Pinterest ajudam a diversificar e servem também de inspiração. Hoje em dia, a escolha não se limita ao Facebook dada a grande variedade de plataformas, muitas delas especializadas e não generalistas como o Facebook. O lado positivo é que há cada vez mais possibilidades para comunicar e interagir e por outro lado, este trabalho de marketing e publicidade online é quase por si só um emprego a tempo inteiro. Mas vale muito a pena, há 10 anos atrás seria impossível ter este tipo de contacto com clientes de todo o mundo. No fundo, diria que o meu aliado é sem dúvida a internet.



Não a assusta pensar que cada vez menos se usa o papel?
R: Não me assusta porque, sendo uma fã incondicional de todas as tecnologias, sei que há coisas que nunca se vão deixar de usar. Trabalho diariamente com um Iphone, um IPad, um IMac, um bloco de notas e uma caneta BIC, e para mim isso diz tudo. O papel na vida das pessoas continua a despertar uma ligação emotiva, por exemplo, deixar um recado carinhoso num post-it não é o mesmo que mandar um email.

Os portugueses já aderiram completamente às compras online?
R: Não, e eu tento encaminhar cada vez mais os meus clientes nesse sentido. As encomendas que tenho do estrangeiro são todas online, recebo o pagamento e envio pelos CTT, raramente os clientes têm dúvidas e raramente há uma conversa direta entre nós. Em Portugal é diferente, as pessoas ainda consideram mais seguro pagar por transferência bancária e têm a necessidade de contactar diretamente com o vendedor. Mas estamos no bom caminho.

Quais são os produtos mais procurados?
R: Os produtos mais procurados são sem dúvida os mais originais. Ninguém compra um bloco de notas na internet, se ele não tiver nada de diferente. É também por esse motivo que não vendo produtos que se encontram facilmente numa papelaria de bairro ou nas grandes lojas de centro comercial.
O nosso best seller é um simples bloco de notas em forma de maçã e apesar de estar constantemente a renovar o stock, esgota muito facilmente.



A Rita faz tudo. Tem dias em que tem vontade de fazer "nada"?
R: Não. Felizmente nunca gostei de estar parada e por isso estou muito satisfeita com o que faço, mesmo trabalhando o mesmo ou mais horas que antes.

Imagina a Made in Paper num espaço físico ou só faz sentido virtualmente?
R: Por enquanto, só faz sentido virtualmente.  Em Portugal, o comércio tradicional está a desaparecer de dia para dia, e esta não é uma loja/atelier que faça sentido num Centro Comercial. Talvez um dia, até lá digo sempre às pessoas que preferem falar comigo ou ver os artigos pessoalmente, que me podem visitar no meu atelier.

Organiza os seus dias ou trabalha por instinto?
R: Organizo-me no que diz respeito ao horário, mas também trabalho muito por instinto, e essa é parte mais gira. Sou capaz de estar vários dias na internet a tentar encontrar o fornecedor melhor e mais barato para um determinado artigo, mas também passo vários dias sem fazer pesquisa porque tenho que dar seguimento a muitas encomendas.




Tem projetos para um futuro próximo?
R: Sim, há muita coisa que ainda quero fazer com a Made in Paper, não só expandir a oferta de produtos como desenvolver outras ideias, workshops, atividades com crianças... Tanta coisa, haja tempo.

Para além de se dedicar à Made in Paper, o que mais gosta de fazer?
R: É um clássico,  mas ser mãe, com tempo e disponibilidade, é o que mais me preenche neste momento. Além disso adoro viajar, mas as duas coisas neste momento não são compatíveis ; )

E, no dia-a-dia, o que menos gosta de fazer?
R: Confesso que toda a parte burocrática e de faturação que envolve uma empresa, … mas é por isso que arranjei o melhor dos contabilistas, o meu pai.

Sugira alguém português que, para si, seja inspirador.
R: Na minha blog list diária há toda uma série de pessoas, desde cozinheiros, artesãos, músicos e até um palhaço! Muitos deles portugueses e todos eles são fonte de inspiração.
Sigo desde sempre a Rosa Pomar, e admiro-a pela forma correta e profissional com que faz o seu trabalho na Retrosaria, que começou por ser só um blogue de bonecos feitos à mão… Hoje em dias há muitos blogues deste género, mas muito poucos com o mesmo profissionalismo e autenticidade. A minha outra grande inspiração pela paixão com que fazia o seu trabalho, é um grande professor e amigo com quem tive a sorte de conviver, o fotógrafo Roberto Barbosa.